Saturday, May 21, 2016

Luís Vaz de Camões - Soneto 58 - A Morte, que da Vida o no Desata



Luís Vaz de Camões - Soneto 58 - A Morte, que da Vida o no Desata





Luís Vaz de Camões - Soneto 58 - A Morte, que da Vida o no Desata


A Morte, que da vida o nó desata,
Os nós, que dá o Amor, cortar quisera
Com a ausência, que é sobre ele espada fera,
E com o tempo, que tudo desbarata.

Duas contrárias, que uma a outra mata,
A Morte contra o Amor junta e altera;
Uma é Razão contra a Fortuna austera,
Outra, contra a Razão, Fortuna ingrata.

Mas mostre a sua imperial potência
A Morte em apartar de um corpo a alma,
O Amor num corpo duas almas una;

Para que assim triunfante leve a palma
Da Morte Amor a grão pesar da ausência,
Do Tempo, da Razão e da Fortuna.



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